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Atuação

Direito para Startups

Fundadores, investidores e produto: as questões jurídicas de cada fase de uma startup.

Advogado especialista em Direito Corporativo e Compliance. OAB/SP 553.903.

Startups crescem rápido, e a estrutura jurídica costuma ficar para depois. O problema aparece na hora errada: um sócio que sai sem regra, um investidor que pede due diligence, um contrato com cliente grande que a empresa não consegue cumprir.

Organizar o básico desde cedo, como acordo de sócios, propriedade intelectual, contratos e proteção de dados, evita que a falta de estrutura trave a captação ou a venda da empresa.

Startups enfrentam questões jurídicas em fases bem definidas: a formação da sociedade entre fundadores, a validação do produto, a entrada de investidores e o crescimento. Decisões tomadas cedo, como a divisão de participações, costumam ser as mais difíceis de corrigir depois.

A Lei Complementar 182/2021, Marco Legal das Startups, trouxe instrumentos próprios, como o enquadramento de startup e a disciplina de investimentos que não tornam o investidor sócio.

Você se reconhece?

Quando o problema costuma surgir

  • Os fundadores vão formalizar a sociedade
  • Um investidor-anjo ou fundo propõe investimento
  • O produto vai tratar dados pessoais em escala
  • A startup contrata desenvolvedores e prestadores
  • Um fundador quer sair

O que fazer agora

Respostas diretas

Quando fazer o acordo de sócios?

O quanto antes, de preferência antes do primeiro investimento. Ele define vesting, saída de sócios, tomada de decisão, não concorrência e o destino das quotas.

Como receber investimento?

Os instrumentos mais comuns são o mútuo conversível e o contrato de investimento-anjo (Lei Complementar 182/2021, Marco Legal das Startups). Cada um tem efeitos diferentes sobre participação, direitos e riscos.

O código e a marca são da empresa?

Só se houver registro e contratos que transfiram os direitos, firmados com sócios, empregados e prestadores que desenvolvem o produto. Sem isso, a titularidade pode ser questionada.

O que o investidor vai olhar?

Contrato social e acordo de sócios, tabela de participações, propriedade intelectual, contratos relevantes, passivos trabalhistas e tributários e adequação à LGPD.

O que está em jogo

Questões jurídicas envolvidas

  1. Acordos entre fundadores, vesting e cliff

  2. Mútuo conversível, opções e acordos de investimento

  3. Proteção do investidor que não se torna sócio

  4. Titularidade do código e dos ativos criados por prestadores

  5. Termos de uso e política de privacidade

  6. Planos de opção para colaboradores

Quem costuma ser afetado. Fundadores, investidores-anjo, fundos e as próprias startups em diferentes estágios.

Atenção

Erros que mais comprometem o resultado

  1. Dividir participação sem vesting nem regras de saída

  2. Desenvolver o produto sem contratos que garantam a propriedade intelectual

  3. Aceitar investimento sem entender diluição e direitos do investidor

  4. Usar contratos de clientes copiados da internet

  5. Tratar dados pessoais sem estrutura mínima de LGPD

  6. Deixar a documentação societária desatualizada até a due diligence

Por que a análise é integrada

Leitura jurídica e financeira na mesma análise

Questões empresariais dependem, ao mesmo tempo, do Direito e dos números. A formação do Dr. Sidney Gomes, que reúne Direito, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas, permite que a estratégia jurídica considere, desde o início, os reflexos financeiros e econômicos de cada decisão.

Conheça o Dr. Sidney Gomes →

Caminhos possíveis

Medidas que podem ser adotadas

  1. Estruturação

    Sociedade, acordo de fundadores e governança inicial

  2. Investimento

    Negociação de term sheet e documentos da rodada

  3. Produto

    Termos de uso, privacidade e contratos de tecnologia

  4. Conflitos

    Saída de fundador e disputas com investidores

A escolha da medida depende dos fatos e dos documentos de cada caso, e é feita com o cliente após a análise inicial.

Para a primeira conversa

Documentos que ajudam na análise inicial

  • Contrato social
  • Acordos entre fundadores
  • Term sheets e propostas
  • Contratos com desenvolvedores
  • Termos de uso e política de privacidade
  • Não tem tudo? A conversa pode começar com o que estiver disponível

Ecossistema de competências

Onde esta atuação se conecta

Os serviços que resolvem o problema e os setores em que ele costuma aparecer.

Dúvidas

Perguntas frequentes

O que é vesting?

É a aquisição gradual de participação societária ao longo do tempo ou mediante metas. Protege a sociedade e os demais fundadores caso alguém saia cedo.

O investidor-anjo responde por dívidas da startup?

Pela Lei Complementar 182/2021, o investidor que não é sócio nem administrador não responde por dívidas da empresa, inclusive em caso de desconsideração da personalidade jurídica, ressalvadas as hipóteses de dolo, fraude ou simulação.

Próximo passo

Fale com um advogado

Descreva a situação, o contexto em que ela surgiu e os documentos disponíveis. Antes de qualquer análise, verificamos se o tema está dentro da nossa atuação e se não há conflito de interesses.

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